Bruno Pereira foi assassinado, junto com o jornalista britânico Dom Phillips, durante uma expedição no Vale do Javari, na Amazônia, onde os dois investigavam o garimpo e pescas ilegais das reservas indígenas.
Bruno deixa a esposa e três filhos. Indígenas da etnia Xukuru se despediram de Bruno Pereira com música e dança.
O líder da comunidade Xukuru, Marcos Luidson falou à imprensa e destacou o apoio de Pereira a causa indígena e pediu por justiça para Bruno Pereira, Dom Phillips e todos os defensores indígenas mortos.
O funeral e a cremação do corpo do jornalista inglês Dom Phillips, será hoje, domingo, a partir das 9 da manhã horário de local, no Cemitério Parque da Colina, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
O enterro será fechado e apenas para familiares e amigos.
Também no boletim de hoje:
- O primeiro-ministro da Noruega diz que o tiroteio em uma boate gay em Oslo está sendo investigado como um ato terrorista. A polícia acusou um iraniano, cidadão norueguês de 42 anos de assassinato, de homicídio e ato terrorista.
- Na Austrália o novo Ministro da Educação, o trabalhista Jason Clare, disse que quer mais estudantes internacionais entrando no país e fiquem por mais tempo, depois que terminem a universidade. “Temos escassez de mão de obra qualificada em várias áreas – elas são crônicas em toda a economia no momento – faz sentido incentivá-los a ficarem por mais tempo. Apenas 16% dos estudantes estrangeiros ficam no país depois de terminarem seus estudos.
- Anthony Albanese viaja a Madri, para participar da Cúpula de Líderes da OTAN. A Austrália não faz parte da aliança da OTAN mas foi convidada como Parceira para esta Conferência na Espanha.
- Ativistas pró-aborto estão protestando nos Estados Unidos, um dia depois que a Suprema Corte acabou com o direito constitucional ao procedimento.
- O presidente da Ucrânia, Volodymr Zelenskyy, disse que seu país vai recuperar o controle de todas as cidades tomadas pela Rússia.
- A recordista mundial, surfista campeã brasileira Maya Gabeira será embaixadora da Unesco.
- Está confirmado: o coração de D. Pedro IV pode seguir viagem para o Brasil e assim integrar as celebrações dos 200 anos da independência do Brasil.
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